Programa Institucional de Iniciação Científica - ISSN 2526-4699, XV Jornada de Iniciação Científica e IX Mostra de Iniciação Tecnológica - 2019

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O PROBLEMA DA RAZÃO PROCEDIMENTAL NA ÉTICA, EM TAYLOR
Dennys Brizeno de Souza, Paulo Roberto Monteiro de Araújo

Última alteração: 2019-11-29

Resumo


A investigação por uma fundamentação universal racional advinda da razão ou da natureza (biológica) do indivíduo, ainda conquista grande parte do debate na filosofia moral moderna. O artigo que se segue, por meio do pensamento de Charles Taylor, filósofo canadense, que é situado como comunitário dentro atual debate na América do Norte entre Liberais e Comunitários, procura, em sua filosofia da ação moral e do Self demonstrar a contradição que teorias instrumentais da razão entram em relação ao conceito de Pessoa. Caso o artigo resulte em um sucesso na pesquisa em que, entre outras aproximações, a questão do que é ser uma Pessoa, no sentido moderno, e agir moralmente mostraram-se indissociáveis. Outrossim, após os esclarecimentos e apresentação da Filosofia de Taylor, focando-se nas teorias da década de 80 do autor, seguirá de decorrência problemas insolúveis às Filosofias práticas que fundam-se nas teorias instrumentais da razão. Teorias como o utilitarismo, bem como as derivações do kantismo que vêm reformulando-se através dos séculos, inclusive no debate Norte Americano que Taylor se insere, se mostrarão como uma visão reducionista à chamada ação humana, na esfera da ética. Ademais, o artigo trata de responder problemas que Taylor indica ter surgido no âmago dessas discussões no mundo moderno em resposta à “falácia naturalista”.


Palavras-chave


Avaliação forte. Significação Importante. Animal autointerprete.

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