As gravações nos presídios federais e o princípio nemo tenetur se detegere.

Autores

  • Vitória Oliveira de Barros Universidade Presbiteriana Mackenzie image/svg+xml Autor
  • Mariana Secorun Inacio Autor

Resumo

O presente artigo têm por finalidade trazer uma reflexão acerca das alterações normativas que prevêem a gravação das visitas nos presídios federais em conjunto com a análise do Habeas Corpus de número 218.200/PR impetrado ao Supremo Tribunal Federal que tem como fundamento a ilegalidade de prova obtida através de gravação de visitas nos presídios e seus desobramentos à luz das garantias processuais trazidas pela Constituição e o princípio nemo tenetur se detegere.

Biografia do Autor

  • Vitória Oliveira de Barros, Universidade Presbiteriana Mackenzie
    Aluna de graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie, do curso de direito

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Publicado

2021-11-23

Edição

Seção

CENTRO DE CIÊNCIA E TECNOLOGICA - CAMPINAS