O urbanismo biofílico e a neuroarquitetura: suas influências na saúde mental da sociedade contemporânea

Autores

  • Julia Pereira Passos Universidade Presbiteriana Mackenzie image/svg+xml Autor
  • Pérola Felipette Brocaneli Autor

Resumo

Nos dias atuais a saúde mental tem ganhado cada vez mais relevância, principalmente nos contextos metropolitanos onde muitas pessoas convivem e são sobrecarregadas de estímulos. Ferramentas que promovem o bem-estar psíquico têm se tornado cada vez mais importantes, entre elas a qualidade dos ambientes cotidianos. Por isso, os ambientes onde se vive, trabalha, pratica atividades, entre outras coisas; devem ser propriamente desenhados para que tragam conforto à seus usuários, para isso a neuroarquitetura busca otimizar o impacto dos ambientes sobre as pessoas. Um fator crucial para a boa saúde mental é o contato com a natureza. Portanto, para que uma cidade possa efetivamente promover a saúde mental é fundamental que o planejamento urbano incorpore, tanto a neuroarquitetura quanto o design biofílico. Desta forma, para desenvolver a neuroarquitetura e o design biofílico é necessário conhecer os principais indicadores relacionados a esses conceitos, a partir destes analisar e aprimorar projetos. Esta pesquisa dedicou-se em identificar os indicadores de design e urbanismo biofílico, neuroarquitetura e saúde mental. Após uma revisão bibliográfica, alguns desses indicadores foram destacados e aplicados à cidade de São Paulo. O objetivo foi realizar uma análise inicial para verificar se a cidade atende aos critérios de uma cidade biofílica, projetada de acordo com os princípios da neuroarquitetura e que incentiva o bem-estar e a saúde mental de seus 12,33 milhões de habitantes.

Biografia do Autor

  • Julia Pereira Passos, Universidade Presbiteriana Mackenzie
    Arquitetura e Urbanismo

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Publicado

2024-12-05

Edição

Seção

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo