DIREITO À SAÚDE: ANÁLISE REFERENTE À SOBREPOSIÇÃO DO FACULTAS AGENDI E DAS GARANTIAS INDIVIDUAIS AOS DIREITOS DA COLETIVIDADE

Autores

  • Amanda Carolina Silva Vinci Universidade Presbiteriana Mackenzie image/svg+xml Autor
  • Fernando Rister de Sousa Lima Autor

Resumo

O número de demandas judiciais que têm por objeto o acesso a direitos sociais evidenciou a carência de estratégias estatais na elaboração e aplicação de políticas públicas hábeis a concretizar direitos constitucionalmente previstos. O objetivo deste projeto é trazer à luz questões atinentes à judicialização da saúde no Brasil e demais temáticas sensíveis que tangenciam a desjudicialização.  Esse fenômeno tem ganhado espaço e conferido maior destaque à atuação extrajudicial dos entes federativos e particulares no âmbito de resolução de conflitos no que diz respeito ao acesso a medicamentos e tratamentos de saúde mediante diálogos interinstitucionais e articulações público-privadas, funcionando como uma alternativa à judicialização em termos de efetividade e celeridade. De há muito se tem evidenciado uma evolução no entendimento jurisprudencial acerca do assunto. A complexidade inicial reside na análise prospectiva dos efeitos das decisões quando estamos diante de um direito coletivo que traz, em sua essência, feições bastante individuais, a homenagear a integridade física e mental de cada um, sem descuidar da configuração coletiva atribuída por nossa Lei Maior.

Biografia do Autor

  • Amanda Carolina Silva Vinci, Universidade Presbiteriana Mackenzie
    Acadêmica de Direito, estagiária em contencioso cível, comercial e digital.

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Publicado

2021-11-22

Edição

Seção

FACULDADE DE DIREITO - HIGIENÓPOLIS