OS PAÍSES FARMAEMERGENTES MEMBROS DO BRICS: Um estudo tecnológico e industrial.
Authors
Karina Fernandes de Oliveira
Mackenzie Presbyterian University
Author
Alessandra Cristina Santos Akkari
Mackenzie Presbyterian University
Author
Author Biographies
Karina Fernandes de Oliveira, Mackenzie Presbyterian University
Os países farmaemergentes têm despontado como os responsáveis pelo crescimento sustentável da venda de medicamentos. Entretanto, ainda há poucos estudos com enfoque nessas regiões. Neste trabalho, foi desenvolvido um mapeamento tecnológico e industrial nos países farmaemergentes membros do BRICS, por meio de análise de dados patentários extraídos das plataformas Derwent World Patent Index (Thomson Reuters Scientific) e World Intellectual Property Organization (WIPO), e da associação dos mesmos com relatórios internacionais de P&D. Por fim, foram geradas previsões por meio de implantação de algoritmo no MATLAB. Destaca-se a importância das indústrias de origem europeia e americana, principalmente a Novartis (1.402 proteções) e a Roche (1.380 patentes), sendo estas as indústrias farmacêuticas que mais investiram em P&D em 2017, sugerindo uma correlação positiva entre P&D e geração de inovação. Destaca-se que os membros do BRICS não estão representados pelas empresas que mais investem em P&D, tampouco destacam-se, atualmente, dentre as maiores detentoras de patentes farmacêuticas, sugerindo uma baixa exploração da oportunidade de seus mercados emergentes.
Alessandra Cristina Santos Akkari, Mackenzie Presbyterian University
Os países farmaemergentes têm despontado como os responsáveis pelo crescimento sustentável da venda de medicamentos. Entretanto, ainda há poucos estudos com enfoque nessas regiões. Neste trabalho, foi desenvolvido um mapeamento tecnológico e industrial nos países farmaemergentes membros do BRICS, por meio de análise de dados patentários extraídos das plataformas Derwent World Patent Index (Thomson Reuters Scientific) e World Intellectual Property Organization (WIPO), e da associação dos mesmos com relatórios internacionais de P&D. Por fim, foram geradas previsões por meio de implantação de algoritmo no MATLAB. Destaca-se a importância das indústrias de origem europeia e americana, principalmente a Novartis (1.402 proteções) e a Roche (1.380 patentes), sendo estas as indústrias farmacêuticas que mais investiram em P&D em 2017, sugerindo uma correlação positiva entre P&D e geração de inovação. Destaca-se que os membros do BRICS não estão representados pelas empresas que mais investem em P&D, tampouco destacam-se, atualmente, dentre as maiores detentoras de patentes farmacêuticas, sugerindo uma baixa exploração da oportunidade de seus mercados emergentes.