O PARQUE AUGUSTA E A DINÂMICA DO COMÉRCIO: ESTUDO DE URBANIDADES

Authors

  • Esther Brasil Silva Mackenzie Presbyterian University image/svg+xml Author
  • Ricardo Hernan Medrano Mackenzie Presbyterian University image/svg+xml Author

Abstract

Esta pesquisa procura analisar a relação entre a abertura do Parque Augusta e o comércio da região. As temporalidades são o período anterior à abertura do parque, em 2021, o início da pandemia, e o período posterior à sua abertura, até os dias atuais. O principal conceito utilizado é o de urbanidades, definido como múltiplas vivências da cidade e formas específicas de sociabilidade. A hipótese é de que as transformações de usos, incluindo espaços de uso público, induzem novas práticas sociais e transformam a dimensão da vida cotidiana, definindo urbanidades. Trata-se de uma região dinâmica, cujas características foram mudando ao longo das décadas. A abertura do parque o transforma em um ponto de concentração intenso de pessoas, o que resulta também em um aumento da circulação de pessoas. Foi desde o início rapidamente apropriado e atualmente é um dos parques mais frequentados de São Paulo. Ocorre também uma transformação do mercado imobiliário, com novos empreendimentos e valorização dos existentes. Neste artigo analisamos como todas essas transformações recentes se relacionam com o comércio do entorno. Através de diversos levantamentos, mostramos em que lugares e tempos a abertura do parque teve efetivo impacto sobre o comércio, mas também quando esse dinamismo não acontece.

Author Biographies

  • Esther Brasil Silva, Mackenzie Presbyterian University
    Aluna do curso de Arquitetura e Urbanismo
  • Ricardo Hernan Medrano, Mackenzie Presbyterian University
    Professor Adjunto I

Published

2024-11-19

Issue

Section

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo