O jardim das esculturas do MoMA: um laboratório ao ar livre para arte moderna e contemporânea
Abstract
Esta pesquisa analisa o Jardim das Esculturas do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), concebido em 1929 e consolidado como um espaço de experimentação artística ao ar livre. Mais do que área expositiva complementar, o jardim tornou-se laboratório para novas linguagens, abrigando esculturas, arquitetura, design, performances e instalações site-specific. Reformulado por arquitetos como Philip Johnson, César Pelli e Yoshio Taniguchi, acompanhou as transformações museológicas e refletiu debates sobre a relação entre arte, arquitetura e cidade. Em paralelo, o MoMA PS1 ampliou essas questões ao privilegiar práticas efêmeras e participativas, reforçando a dimensão experimental da instituição. Por meio de análise documental, histórica e crítica, esta iniciação científica demonstra como o jardim e o PS1 consolidaram o MoMA como referência internacional na mediação entre tradição modernista e inovação contemporânea.