OS DILEMAS ÉTICOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: ONDE NOS APOIARMOS?
Resumo
O crescimento vertiginoso do uso de ferramentas que se utilizam da chamada “Inteligência Artificial” pelas empresas de tecnologia e sua utilização cada vez mais presente no cotidiano da sociedade desperta questões sobre o uso ético destas ferramentas, além do impacto que isso pode proporcionar ao modo de vida contemporâneo. Será debatido neste artigo de forma suscinta a definição de inteligência artificial, além de uma proposta de delimitação de escopo, ou seja, uma definição que nos serve para este estudo. Algumas questões aparecem quando pensamos nas consequências do uso (incorreto) da ferramenta. Essas, porém, ainda estão em caráter inicial na filosofia. Vamos nos perguntar sobre como trabalhar a responsabilização de ações tomadas por um ente robótico, como um ente que não tem sentimentos e não está em sociedade seguirá suas regras ou quais as consequências possíveis para o Direito e a Justiça. Esse artigo é uma tentativa de explorar caminhos e vertentes do estudo da ética, principalmente pautado pelo autor Jurgen Habermas e sua obra “A Inclusão do Outro”, pois esse faz um apanhado geral e uma crítica às correntes éticas ao mesmo tempo em que dá uma visão contemporânea sobre o tema, mesmo que não diretamente ligado à tecnologia, mas observando questões atuais da nossa sociedade.Downloads
Publicado
2025-01-16
Edição
Seção
Centro de Educação, Filosofia e Teologia