Consequências Socioeconômicas do Intervencionismo

Autores

  • Bruno Pacheco Heringer Universidade Presbiteriana Mackenzie image/svg+xml Autor
  • Elton Duarte Batalha Autor

Biografia do Autor

  • Bruno Pacheco Heringer, Universidade Presbiteriana Mackenzie
    Através de um arcabouço teórico fundamentado na análise axiomático-dedutiva da Escola Austríaca, demonstraremos uma visão da economia enquanto ciência da ação humana, com o indivíduo sendo a unidade fundamental, e as consequências decorrentes da ação do Estado sobre a tomada de decisão individual. Iniciamos com a qualificação da ciência econômica como parte da praxeologia, estando, portanto, submetida a um método de aplicação distinto das ciências naturais. Ela é de caráter apriorístico e, portanto, deve ser desenvolvida primordialmente de forma teórica. Através da categoria fundamental da ação, deduzimos o corpo teórico da economia, como os conceitos de valor, custo, lucro, juro e bem. Em seguida, levantamos dados sobre o tamanho do Estado brasileiro, representado no sistema tributário, o caráter de nossa constituição, o desenvolvimento espontâneo da lei e, finalmente, os entraves jurídicos à ação empresarial. O ambiente econômico em que vivemos é de característica mista, com a presença de uma economia de mercado sob forte pressão de regulamentações, tributos e burocracia. Nosso país historicamente escolheu o Estado como promotor do bem-estar social e do progresso econômico, tendo sido utilizados variados meios de intervir nas relações interpessoais. O resultado das pesquisas e dados informados indica uma influência negativa da intervenção estatal em solucionar problemas econômicos, levando, pelo contrário, a uma situação pior da que nos encontrávamos.

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Publicado

2018-12-10