Usos e apropriações de espaços públicos: o Jardim da Orla de Santos, SP

Autores

  • Maria Giulia Lela el Pois Universidade Presbiteriana Mackenzie image/svg+xml Autor
  • Luiz Guilherme Rivera de Castro Autor

Resumo

O principal objetivo desta pesquisa é analisar o Jardim da Orla de Santos, no estado de São Paulo, sob a perspectiva dos usuários e as suas relações com a cidade e a praia, dessa forma investigando seus usos e apropriações. Resultado de diversas disputas entre o poder público e o privado sobre como seria a urbanização da região fronteiriça à praia, o jardim se estende por sete bairros da cidade, originando-se no Canal 1 e seguindo até o Canal 6. O primeiro gramado, cujos desenhos foram desenvolvidos pelo engenheiro Paulo Veiga, foi instalado na extensão entre os canais 2 e 3, área escolhida como foco deste trabalho. Pesquisar as práticas exercidas nesse local e como elas são feitas é fundamental para entender se esse espaço público é funcional para os utentes que o experienciam, seja no dia a dia ou periodicamente. Para isso, a abordagem escolhida foi a realização de uma investigação in loco, levantando informações como: equipamentos e programas existentes; aspectos físicos; espaços de permanência; relações entre o jardim, a cidade e a praia; atividades realizadas; e apropriações culturais e sociais. A análise também foi complementada pela teoria existente sobre o tema, dando destaque para o trabalho do autor Matthew Carmona. Em vista disto, a pesquisa contribui para a compreensão do Jardim da Orla como um espaço público que visa atender as necessidades atuais dos cidadãos.

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Publicado

2022-11-07

Edição

Seção

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo