SOU DEFICIÊNTE, E AGORA? A VIDA APÓS UM DIAGNÓSTICO.

Autores

  • Mariama Fayola Fonseca Vitale Universidade Presbiteriana Mackenzie image/svg+xml Autor
  • Alessandra Benedito Autor

Biografia do Autor

  • Mariama Fayola Fonseca Vitale, Universidade Presbiteriana Mackenzie

    Objetivo: a pesquisa sobre paralisia cerebral tem por finalidade oferecer ao paciente e seus familiares informações sobre o esclarecimento diagnóstico adequado para a obtenção da eficiência terapêutica. De modo a desmistificar a patologia trazendo à baila seu significado e fatores de decorrência. Mostrar que o acesso a informação diagnóstica é um direito juridicamente tutelado com fulcro nas proteções e diretrizes legais.

    Fonte de dados: na busca pela fundamentação teoria, foi feito o levantamento do arcabouço jurídico sistematizado, e vertentes com base em artigos e textos científicos, convenções internacionais de direitos humanos e sobre o direito das pessoas com deficiência e código de ética médica acerca do tema.

    Síntese dos dados: O momento da informação diagnóstica e prognóstica é bastante decisivo. O profissional encarregado de tal função deve atuar com sensibilidade e cautela, uma vez que este é um passo de suma importância para determinar o futuro desta família e como será a vida após o diagnóstico de tal patologia, pois, é a partir daí que ocorrerá a aceitação ou não da doença. Caso haja ruído na comunicação entre profissional e família, os impactos na vida da criança podem ser degradantes, deixando dúvidas que podem perdurar até que a necessidade de respostas surja, conforme o desenvolvimento da criança não corresponda ao esperado, podendo acarretar em um tempo precioso a ser perdido em sua qualidade de vida e saúde

    .Conclusões: a proteção dos direitos da pessoa com deficiência engloba todas as suas esferas, incluindo os deveres do médico em informar, uma vez que este, é o primeiro profissional a ter contato com a pessoa com deficiência. Por este motivo é de suma importância que este siga as diretrizes legais e éticas de sua profissão. A inserção de pais conscientes e esclarecidos a cerca da patologia, otimiza a prevenção dos fatores de riscos, e a condução adequada do paciente.

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Publicado

2018-12-10