Quem ama não mata

Autores

  • Maria Mariana Amaro dos Santos Universidade Presbiteriana Mackenzie image/svg+xml Autor
  • Mirtes de Moraes Correa Autor

Resumo

Embora a lei do Feminicídio (13.104/2015) seja recente, “quem ama não mata” foi uma frase popular em protestos contrários ao feminicídio, já em 1982, conhecido por crime passional. Com o tempo, o crime não deixou de fazer parte do cotidiano brasileiro; dados indicam que a cada duas horas, uma mulher é assassinada (FBSP, 2017). Logo, o assunto se faz presente em diversos noticiários televisivos, que, por sua vez, são a fonte principal de consumo de notícias no Brasil. Por ser um crime que envolve nuances sociais, históricas e culturais, o feminicídio pode ser interpretado de diversos pontos de vista. Por causa disso, o jornalismo também é importante por atuar como base para a bagagem do cidadão, já que estar bem-informado pode mudar a visão individual e coletiva. Assim, o jornalismo pode agir como um catalisador de mudanças sociais ao informar a população. Este artigo trata da análise de duas coberturas de casos de feminicídios para melhor compreensão de como as notícias acerca da criminalidade chegam ao brasileiro. Os casos analisados são o caso Tatiane Spitzner, morta por Luís Manvailler, e o caso Viviane Arronenzi, assassinada por Paulo Arronenzi. O veículo analisado é o Jornal Nacional, da Rede Globo, por ser um dos principais noticiários televisivos do país, com o ápice da audiência em 35 pontos no ano de 2020.

Biografia do Autor

  • Maria Mariana Amaro dos Santos, Universidade Presbiteriana Mackenzie
    Estudante e pesquisadora de jornalismo e comunicação social.

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Publicado

2021-11-22

Edição

Seção

Centro de Comunicação e Letras