O MURAL DE GRAFITE COMO ESTRATÉGIA PUBLICITÁRIA: UMA ANÁLISE DA OBRA “SALVE TAPAJÓS” DA ARTISTA SIMONE SISS PARA A ONG GREENPEACE

Autores

  • Sthefano Bortolatto Garcia Costa Universidade Presbiteriana Mackenzie – UPM Autor
  • Gustavo Lassala Silva Autor

Biografia do Autor

  • Sthefano Bortolatto Garcia Costa, Universidade Presbiteriana Mackenzie – UPM

    Este artigo analisou o mural de grafite patrocinado “Salve Tapajós” de Simone Siss como parte de uma campanha “Salve o Coração da Amazônia” da ONG Greenpeace, que possuía o objetivo de impedir a construção da Usina Hidroelétrica de São Luiz do Tapajós, esta afetaria a fauna, flora e os povos habitantes deste rio na Amazônia. Discutindo seu papel e eficiência quanto mídia publicitaria na cidade de São Paulo e suas influências referentes advindas do grafite, assim como um rápido panorama da divulgação do mural e da campanha via redes sociais. Para tal foi coletada uma entrevista com a artista, acompanhada da revisão bibliográfica de conceitos como grafite, muralismo, ocupação na paisagem urbana, brand awareness, propaganda ideológica e estratégias de comunicação publicitaria. Observando então capacidade da lateral do edifício de se associar e ser interpretada a partir dos conceitos descritos. Além de haver a descrição das diferenças entre esta modalidade de intervenção urbana e um grafite subversivo e a comparação deste tipo de grafite com as mídias out of home usuais. Sendo, portanto, estabelecido que esta modalidade conserva o proposito de contextualizar os moradores da cidade São Paulo acerca do povo indígena Munduruku, tal como conserva o proposito de perpetuar a ideologia e filosofia da ONG.

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Publicado

2018-12-11