AVALIAÇÃO DA DEGRADAÇÃO DA BILIRRUBINA MEDIANTE DIFERENTES FOTOEXPOSIÇÕES

Autores

  • Victoria Martins Neves da Silva Universidade Presbiteriana Mackenzie image/svg+xml Autor
  • Fernanda Barrinha Fernandes Autor

Biografia do Autor

  • Victoria Martins Neves da Silva, Universidade Presbiteriana Mackenzie
    A icterícia em decorrência da hiperbilirrubinemia é uma condição cllíncia muito prevalente em neonatos. O principal tratamento é a fototerapia, que consiste na exposição dos mesmos a uma fonte luminosa com intuito de gerar isômeros inativos da bilirrubina, a qual pode ser degradada por luzes de diferentes comprimentos de onda, como: lasers azul (405nm) e verde (532nm) e LEDs azul (380 nm), infravermelha (945nm) e vermelha (640nm). O presente estudo teve como objetivo verificar o perfil de degradação da bilirrubina in vitro mediante a fotoexposição com diferentes luzes e tempos de exposição. A bilirrubina Direta e a Total foram quantificadas pelo analisador bioquímico semi-automático BS-120 nos tempos 0, 120, 150 e 180minutos. Os resultados foram analisados no programa estatístico Prisma versão 5 de 2007, sendo consideradas diferenças estatisticamente significantes aquelas com p<0,05. Através das fotoexposições, verificou-se que as maiores degradações ocorreram com o uso do laser azul e LED azul. Porém, dentre elas, a com maior degradação da bilirrubina indireta, comprovada in vitro no presente estudo, fora o laser azul, em 180min de fotoexposição, vistoque, quando analisada e comprada com a do LED azul no T180min, houve diferença estatisticamente significante (p<0,05). Concluiu-se que a molécula de bilirrubina absorve melhor a luz visível entre 400 e 500nm do espectro eletromagnético, pois o laser azul fora a única fonte luminosa utilizada que se encontra exatamente nesta faixa de comprimento de onda e, fora através dele que obteve-se maior degradação da bilirrubina em menos tempo (quando comparada as demais luzes do presente estudo).

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Publicado

2018-12-10