MATRIX: PARA ALÉM DA INDÚSTRIA CULTURAL

Autores

  • Luiz Fernando Prado Uchôa Autor
  • Angela Zambora Cilento de Rezende Autor

Resumo

Cada vez mais o cinema se coloca enquanto um recurso para o pensamento, pois, pode apresentar várias ideias fundamentais de grandes correntes teóricas das ciências humanas com a vantagem de poder ilustrá-las por meio das imagens. Todavia, se por um lado, a indústria cultural se preocupa com filmes comercializáveis para fins de entretenimento, atestado pelo sucesso de bilheteria, há filmes que ultrapassam a categoria estabelecida por Adorno em Dialética Do Esclarecimento e se dispõem a superá-la, ou seja, o cinema faz filosofia e o espectador se vê impelido a pensar. Neste sentido, nosso trabalho se debruça sobre o primeiro filme da trilogia Matrix, pois acreditamos que ele “dá o que pensar”, conforme nos afirma Deleuze em Proust e Os Signos por meio da análise de algumas cenas selecionadas.

Biografia do Autor

  • Luiz Fernando Prado Uchôa

    Graduando em Filosofia pela Universidade Presbisteriana Mackenzie.

     

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Publicado

2021-11-23

Edição

Seção

Centro de Educação, Filosofia e Teologia