MATRIX: PARA ALÉM DA INDÚSTRIA CULTURAL
Resumo
Cada vez mais o cinema se coloca enquanto um recurso para o pensamento, pois, pode apresentar várias ideias fundamentais de grandes correntes teóricas das ciências humanas com a vantagem de poder ilustrá-las por meio das imagens. Todavia, se por um lado, a indústria cultural se preocupa com filmes comercializáveis para fins de entretenimento, atestado pelo sucesso de bilheteria, há filmes que ultrapassam a categoria estabelecida por Adorno em Dialética Do Esclarecimento e se dispõem a superá-la, ou seja, o cinema faz filosofia e o espectador se vê impelido a pensar. Neste sentido, nosso trabalho se debruça sobre o primeiro filme da trilogia Matrix, pois acreditamos que ele “dá o que pensar”, conforme nos afirma Deleuze em Proust e Os Signos por meio da análise de algumas cenas selecionadas.Downloads
Publicado
2021-11-23
Edição
Seção
Centro de Educação, Filosofia e Teologia