GERAÇÃO DE EXPECTADORES: A NORMALIZAÇÃO DA DOR DO OUTRO À LUZ DO CONCEITO DE “BANALIDADE DO MAL” DE HANNAH ARENDT

Autores

  • Vitoria Maria Barbosa Nunes Universidade Presbiteriana Mackenzie image/svg+xml Autor
  • Jonas Moreira Madureira Universidade Presbiteriana Mackenzie image/svg+xml Autor

Resumo

O presente artigo tem como objetivo considerar as questões éticas oriundas da normalização da dor do outro, baseando-se na abordagem da filósofa Hannah Arendt, em Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. Para tanto o estudo se concentrará no esclarecimento do problema da normalização do pensamento, isto é, do pensamento sem reflexão a priori, que determina as esferas das ações humanas, da assimilação midiática e da relação jurídica. A finalidade é explicitar as implicações no campo da ética e da moral referentes à vinculação do sujeito (geração de expectadores) ao distúrbio (normalização da dor do outro) e à vinculação do sujeito à “Banalização do Mal” por meio da influência das mídias e do sistema jurídico.

Biografia do Autor

  • Vitoria Maria Barbosa Nunes, Universidade Presbiteriana Mackenzie
    Graduanda de licenciatura em filosofia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie no estado de São Paulo.

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Publicado

2020-12-15