ESTERIOTIPOS QUE SEGREGAM E DELOGAM O PROCESSO ADOTIVO NO BRASIL
Resumo
O presente artigo tem por objetivo estudar o Instituto da Adoção no Brasil, a fim de entender e justificar o grande descompasso existente entre o número de crianças cadastradas a adoção e o número de pretendentes cadastrados a adotar. Para tanto, foram estudados, cronologicamente, os avanços legislativos no que diz respeito a adoção e analisados, minuciosamente, os dados estatísticos, disponibilizados no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), através do site do Conselho Nacional de Justiça. O estudo buscou traçar as características das crianças e adolescentes disponíveis a adoção, bem como, o perfil mais almejado e esperado pelos pretendentes cadastrados a adotar. Ao fim, foi possível concluir que grande parte das crianças institucionalizadas possuem mais de seis anos de idade e fazem parte de grupo de irmãos, em contrapartida, ao estilo mais requerido pelos candidatos, que são as crianças com menos de seis anos e sem irmãos.Downloads
Publicado
2022-11-16
Edição
Seção
Faculdade de Direito