PREVALÊNCIA DE DOR E DESCONFORTO MUSCULOESQUELÉTICO EM PARTICIPANTES DE CORRIDA DE RUA
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Publicado
2018-12-10
Edição
Seção
Centro de Ciências Biológicas e da Saúde
INTRODUÇÃO: A corrida de rua vem crescendo nos últimos anos, entre os motivos: o baixo custo e a busca por uma vida mais saudável. Porém com tamanha aderência, aumenta o número de lesões e queixas de dor/desconforto musculoesquelético. OBJETIVO: Investigar o perfil sóciodemográfico, prevalência de queixas de dor/desconforto e lesões em trabalhadores, de uma instituição em São Paulo, praticantes de corrida de rua, inseridos no programa de qualidade de vida no trabalho. MÉTODO: É um estudo descritivo, 46 trabalhadores (praticavam corrida no mínimo há 6 meses) participaram por meio do questionário autoaplicável, online, sobre: tempo de corrida, características do treino, queixas de dor/desconforto musculoesquelético e lesões. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Há semelhanças no perfil entre o grupo de homens e mulheres, sendo: média de 40 anos; IMC ≥ 25; nível escolar de pós-graduação; renda até 3 salários mínimos. As diferenças referem ao tempo de treino, em média 6 anos para homens e 4 anos para mulheres. A quantidade de 18 respostas relacionadas a dor no treino e na prova se igualaram entre homem e mulher, houve diferenças quanto a região do corpo, homem indicou no joelho esquerdo e mulher no quadril e joelho. Acerca das lesões no treino/prova, houve resultados diferentes, 5 homens apresentaram nas partes: quadril, joelho esquerdo e panturrilha direita; e 3 mulheres quadril, joelhos, tornozelo direito e calcanhar esquerdo. CONCLUSÃO: Atingiu o objetivo de elaborar perfil dos trabalhadores corredores de rua amadores, a presença de dor/lesões indica a importância de ofertar cuidado para a pratica esportiva.