O RETORNO DAS AÇÕES DE EMPRESAS DE CAPITAL ABERTO ACOMPANHA O RETORNO CONTÁBIL (ROE) AO LONGO DO TEMPO?

Autores

  • Isabella Cristina Giraldelli Universidade Presbiteriana Mackenzie - UPM Autor
  • Josilmar Cordenonssi Autor

Biografia do Autor

  • Isabella Cristina Giraldelli, Universidade Presbiteriana Mackenzie - UPM
    Este trabalhado, desenvolvido com base nos conceitos de econometria e cointegração de Higgins, Morettin e Maddala, busca responder se os retornos das ações cotadas em bolsa estão apoiados nos fundamentos das empresas estudadas ou são completamente aleatórios. Na maioria dos casos entende-se que quanto maior o lucro da empresa maior o valor e retorno das ações. Entretanto essa regra nem sempre se aplica. Para testar se as séries baseadas em valores de mercado são cointegradas com os fundamentos contábeis foram extraídos dados de 38 empresas de capital aberto e realizados dois testes de cointegração no modelo de Johansen. A partir dos resultados obtidos por meio de quatro séries temporais, foram estabelecidos parâmetros para classificar cada uma das ações como cointegrada ou não cointegrada (hipótese nula). Cada um dos testes apresentava dois resultados possíveis: rejeição ou não da hipótese nula. O próximo passo foi comparar empresas com resultados iguais e diferentes. Nessa última análise, obtivemos três casos: hipótese não rejeitada em nenhum dos casos, hipótese rejeitada em apenas um dos casos, hipótese rejeitada em ambos os casos. Para entender melhor o resultado de cada uma das empresas, foram analisados fatos econômicos externos e o contexto interno. Os resultados mostraram que a maior parte das empresas possuem valor de mercado cointegrados com os fundamentos contábeis das empresas

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Publicado

2017-12-13